Esperamos que você goste deste projeto divertido e simples, que nos lembra a nossa Estrela do Norte e o nosso Guia.
Antes de começarmos, vamos orar... (Deem as boas-vindas aos alunos)
Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.
Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
Agora, todas essas Escrituras do Profeta que acabamos de usar para nossos Exercícios com Espada têm algo em comum... Todas elas falam sobre o nosso ---? (Guia). Hoje vamos aprender sobre o nosso guia e o que aconteceu na Montanha Furacão. O irmão Branham descreve tudo o que aconteceu com ele nessa viagem de forma tão vívida na fita Um Guia, que você se sente como se estivesse mesmo lá! Ok, vamos mergulhar na nossa aula!
Alguém sabe o que significa ser um tipologista?
Tipologia é a maneira como o irmão Branham pregava muitas vezes para nos ajudar a entender as coisas.
Por exemplo, quando ele pregava sobre uma flor, como ela brota na primavera, mas depois morre no outono — mas, quando chega a primavera, ela brota novamente. Bem, esse é um tipo da ressurreição. A morte, o sepultamento e a ressurreição. Um dia, nós também ressuscitaremos, mesmo que um dia tenhamos que morrer.
Bem, na fita, Um Guia, o irmão Branham nos ensina em tipo. Ele compara o Guia espiritual a um guia natural. Temos que ler nas entrelinhas quando ele fala sobre ser guiado. Você pode ouvir o que ele está dizendo sobre o que o Guia de fato é, A quem você está seguindo e também como seguir o Guia. Agora, isso também é muito importante saber.
Vocês sabiam que o irmão Branham era guia? Onde ele era guia? (pergunte a um aluno) Isso mesmo, ele passou muitos anos de sua vida no Colorado como guia.
Seu avô era meio índio e ele tinha o instinto de saber onde estava, não importava onde estivesse, a qualquer momento. O irmão Branham achava que ele era um verdadeiro mateiro, o que ele era.
Um guia pode levá-lo à região selvagem, para você...
•Caçar
•Pescar
•Fazer trilhas e qualquer coisa nas montanhas e nas florestas.
Mas ele não pode simplesmente sair por aí e ser alguém que acha que sabe o que está fazendo.
•Ele precisa estar equipado.
•Ele precisa ser treinado.
•Ele precisa saber como chegar lá e qual é a melhor maneira de chegar lá.
•A vida dele e a sua vida estão nas mãos dele.
•Ele precisa ser capaz de tirar você vivo daquela região selvagem se você for com ele.
•Ele é responsável pela sua segurança.
Portanto, você não pode simplesmente entrar na floresta com qualquer pessoa. Você precisa confiar nessa pessoa.
Agora, espiritualmente, quão mais importante é confiar e saber Quem é o seu Guia? O tipo espiritual aqui na fita a que o irmão Branham se referia é que você deve saber Quem queremos que nos guie espiritualmente. Você vai seguir alguém. É muito importante saber e ter certeza de que Quem você está seguindo é Alguém que está equipado e é um verdadeiro Guia.
Agora, vamos fazer uma viagem ao norte do estado de Nova Iorque, nas Montanhas Adirondack.
Então, o irmão Branham trapaceou um pouco em sua lua de mel e a transformou também em uma viagem de caça. Mas a irmã Meda e o pequeno Billy Paul não se importavam. Ia ser outono e as folhas estariam lindas.
…a caminhada da morte. Agora, é quando você fica andando em círculos e não sabe onde está. É uma situação muito ruim. Quando um homem está perdido, ele pega uma arma e simplesmente se mata. Estar perdido é morte. Agora, essa é a natural. Mas a espiritual é a mesma coisa: estar espiritualmente perdido também é morte.
Então, o irmão Branham continuou caminhando e achou ter ouvido: “Eu sou Socorro bem presente na angústia.” Ele achou ter ouvido Isso. Era a mesma Voz que ele tinha ouvido a vida toda, mas, naquele estado de perplexidade, ele simplesmente ignorou seu Guia e continuou caminhando.
Ele continuou andando (assobiando)... “Não estou perdido”, “Sou um caçador bom demais”, “Tenho sido guia a vida toda”, “Não estou perdido. Eu consigo fazer isso”, “Meu pai era um mateiro”. Sabe, tentando blefar a si mesmo de que ele conseguia fazer isso, que não estava perdido.
Isso já aconteceu com você?
O Guia tentou lhe dizer para não mentir? Mas você realmente não queria se meter em encrenca, então mentiu mesmo assim?
E quanto a fazer uma prova e sua mãe deixou as respostas do professor bem ali à vista, e você simplesmente tentou (assobiar) abri-la e olhar. “Ah, aqui estão as respostas”... e você as copiou? Você estava ouvindo o seu Guia ou apenas tentando “blefar” a si mesmo de que “tudo vai ficar bem. Ela deixou as respostas bem ali à vista”.
Então, ele continuou. A neve e o vento sopravam forte e fazia frio. A tempestade se aproximava, e ele sabia que sua esposa e seu bebê estavam lá naquele abrigo de meia-água, esperando por ele.
Mas então, ele ouviu novamente. “Eu sou Socorro bem presente na angústia.”
Somos humanos e cometemos erros. Mas todos os dias estamos em treinamento, como?(Pergunte aos alunos)
•Ao ouvir as fitas do nosso Guia.Lá estava novamente. “Eu sou Socorro bem presente na angústia.” Ele pensou: “É Deus falando comigo?” Então ele percebeu dessa vez que era Deus falando com ele. E em sua humildade, naquela neve, vento e frio, ele tirou o chapéu, tirou o casaco, ajoelhou-se e orou ao Senhor. E disse: “Senhor, estou perdido. Não sei onde estou. Não sou um mateiro. Não sou um caçador. Não sou nada, Senhor. Preciso de Ti. Preciso ter a Ti. Não sou ninguém.” E ele teve de orar e admitir ao Senhor, com humildade, que precisava do Senhor.
Conseguem imaginar a Mão do Senhor tocar seu ombro, você olhar para cima e a neblina se dissipar o suficiente para que você pudesse ver aquela torre na Montanha Adirondack e saber em que direção estava indo?
Graças ao Senhor, Ele foi Socorro bem presente na angústia. Quando ele viu aquela torre, soube que se conseguisse chegar até aquela linha. Ele levantou a mão e a manteve levantada por quilômetros, caminhando, trocando de mão. Mão esquerda e direita até que ele pegou aquele fio. E assim que o fez, ele soube onde estava. E ele a tinha! Aquela era sua linha vital!
E hoje nós também temos uma linha vital. E essa é a voz do irmão Branham. Graças ao Senhor por seu ministério e por ser nosso guia e por nos dar aquele exemplo de humildade que precisamos ter para seguir nosso Líder.
Agora vamos começar nosso projeto!